segunda-feira, 4 de maio de 2015

O paquistanês, O Paquistão e blá blá blá


Há um post que escrevi em 2010 intitulado como "O instinto do homem paquistanês", que na verdade não passa de uma grande babaquice de uma menina jovem que simplesmente quis expressar sua admiração por um rapaz do Paquistão, por quem achou que tivesse se apaixonado quando tinha apenas 15 anos. Gente, eu disse, QUINZE ANOS.

E daí que eu tenho recebido muitos comentários de mulheres casadas, com filhos, dizendo que estão perdidamente apaixonadas e deixando seus casamentos para se enfiar em um "relacionamento" online, com paquistaneses. Eu tenho visto mulheres brasileiras usando redes sociais com foto de niqab, hijab, burqa, e, sem mais - nem menos, sendo devota ao islamismo, por causa de paquistanês. 

Eu tenho visto mulheres acreditando que todo paquistanês é carinhoso, doce, santo, perfeito e mimimi. Eu tenho visto muita idiotice que eu desaprovo e por essas e outras estou aqui para pedir que todas vocês tomem tenência é uma boa dose de vergonha na cara.

Hoje eu estou noiva com um árabe, que conheci no Canadá. Moramos juntos, vamos a bares e restaurantes juntos, viajamos juntos, vivemos juntos! Eu conheço o cheiro do perfume dele, e temos uma vida real e saudável. E eu descobri que tudo aquilo que aconteceu na minha adolescência, não passava de uma fantasia exótica misturada com um pouco de curiosidade pelo desconhecido, (o que não deixa de ser natural...).

Mas se você realmente acha que vale a pena deixar seus filhos, seu marido, seus estudos, sua vida, sua religião e até mesmo a sua cultura, porque você simplesmente acredita (através do computador) que um marmanjo lá do Paquistão é puro e diferente dos outros homens do mundo, vai viajar. Vá até mesmo para Toronto no Canadá (ou para a Europa) onde você vai encontrar pencas de paquistaneses e indianos trabalhando em subempregos e xavecando mulheres com aquele sotaque cansativo do urdu/hindi, enquanto suas esposas, cuidam dos filhos em casa. 

Se sua vida ta uma bosta, monótona e sem graça, acredite, não é se relacionando com um cara de um país mais fodido que o Brasil e  sub-desenvolvido, que irá resolver seus problemas.  

E se mesmo assim, você ainda acha que vale a pena, não está mais aqui quem falou.  Literalmente não estarei mais aqui, aliás. Esse blog já era, beijos.

Fim

15 COMENTÁRIOS:

Aminah Luiza disse...

Olá Thalita, muito bom seu texto! Disse tudo e mais um pouco!!!
Para ser mais objetivo só se desenhar!!! As pessoas precisam de doses e doses de bom senso!
Bj
Aminah Luiza

Liliane disse...

Então faça outro blog. Please!!! Eu gosto do jeito que você escreve!! Bjs

Andreia Simões - Oriente disse...

Muito bom! Direto ao ponto! Vou compartilhar no Conexão!
Bjs

Caroline Ghori disse...

Concordo com você...mas faço uma ressalva: Existem homens que prestam e homens que não valem NADA. Isso independe de raça, cor, nacionalidade, etc. O meu é paquistanês e "presta" e o de uma amiga minha não "prestava" e ainda forçava ela a viver em uma relação doentia. É preciso discernimento e muita sorte. bjs

paquistanesa ocidental disse...

Liliane, pode deixar que irei fazer outro blog sim! <3

paquistanesa ocidental disse...

Oi Andreia Simões! Fique a vontade para compartilhar! <3

Bella disse...

Thalita por favor faça outro blog sim e indique seu novo endereço, será um prazer continuar a lê-la! Beijos!

Odorica disse...

Ayesha nu te mai recunosc. Viata merge inainte.Te Imbratisez si astept un semn de la tine, Odorica Romania

Adriana Atefah Ceglio Khan disse...

As pessoas esquecem que homens safados existem aos montes em qualquer lugar..O que muitas ignoram é o fato de que Paquistão é um pais divido em tribos e os CÓDIGOS TRIBAIS prevalecem na maioria das vezes sobre as normas RELIGIOSAS. Se não conhece a cultura da tribo do "dito cujo" previamente e a religião, com quais parâmetros vai medir se ele é um cafa ou não? Fica complicadinho... porque de fato, a maioria se "apaixona" porque se sentem encantadas com um mundo completamente mais rígido e complicado do que o que elas vivem. Ver uma mulher vivendo em rigidez é mais ou menos normal, mas um homem "ohhhhhhhhhhhhh "...
Então, por mais que dito cujo se comporte de forma a indicar ser um bom sujeito, vamos aos pormenores que lá, não são tão menores assim...
Dificilmente um pashtoon ,punjabj ou baloch com mais de 20 anos está totalmente livre, leve e desimpedido... mesmo que seja contra vontade, o que normalmente é, eles já são comprometidos porque as famílias fazem acordos de casamento geralmente, dentro da própria família. E a parte ruim não é só essa...Por mais que ele morra de amores pela guria "de fora"... ele vai ficar só morrendo mesmo. Pois se ele sair do PAK, a família da moça se sentirá ultrajada e as consequências recairão sobre a familia dele, e essas consequências na maioria das vezes, mortais. Diferente de como rola no imaginário por aí, não é só as mulheres que são forçadas a casar, e não é somente a família delas ou elas que morrem por causa de casamentos. Se o rapaz "faz pipi fora do penico" nesses casos, ele também ou a família podem estar com os dias contados.
Deixa eu falar de outro ponto bem relevante... Um paquistanês que se preza no mínimo, é recatado e tem reverência pela mãe... Porq digo isso? Pois anto na religião islâmica quanto pelo menos no PASHTUNWALI ( código dos pashtoons, uma das tribos do PAK) existe a obrigação de se proteger as mulheres a qualquer preço, a sua integridade física e moral e a reverência pela mãe.
Então... O paki boy fala carinhosamente da mãe dele? Ou gasta o tempo todo fazendo galanteios e dando uma de apaixonado?
E a sinceridade do paki lindo de morrer? ( olha que pode ser de morrer, quase literalmente)... Ele é sincero sobre a realidade familiar dele? Eu conheci inúmerassssssssss meninas que não sabiam quase nada dessa realidade corriqueira e segundo elas, estavam num "relacionamento sério".Bem, deveriam saber como funfa o esquema lá...Mas se não sabiam, eles provavelmente omitiram.
E quanto ao pudor do dito cujo ? É reservado, mostra recato ou é atiradão? Ser recatado só "lá" com olhares em cima pode ser mole e não indica po-ha nenhuma... Mas e com mulheres de outras culturas? É aí que vamos ver... AHÁ..
Bem, porq citei esses pontos?
Pq eu tenho origem cigana, e gitanos, romanis ou bohemios, como queiram chamar, são um povo tribal ( divididos por tribos ou clãs, fica à gosto do freguês...) e os problemas com casamentos são os mesmos, porque também somos endogâmicos ( casamentos são arranjados entre os parentes).Também muçulmana, filha de muçulmanos e cresci como tal...
Espero que entendam meu ponto...

Assalam o Alaykom
Khuda Hafiz

paquistanesa ocidental disse...

Oi Adriana, então, eu na verdade nem quis dizer se são cafajestes ou não. O carinha que eu conversava na minha adolescencia, era um coitado. Simples que só ele. Mas é que eu sou contra esse relacionamento online mesmo.

Engraçado que só paquistanês e indiano que ficam atrás da mulherada brasileira através do computador e só as brasileiras que dão trela pra paquistanês e indiano. Sei lá, bizarro.

Adriana Atefah Ceglio Khan disse...

Oi flor, eu entendi o seu post. Mas eu quis dar um toque para as noiadas...

Anônimo disse...

Só li verdades. Apesar de ter um relacionamento com um paquistanês há alguns bons anos (não virtual, diga-se de passagem) ainda não tive essas coragens de deixar meu país (que cu por cu, fico com o que fede menos) pra ir me cobrir de panos na pakilandia.
E a dica não podia ser melhor mesmo: vão viajar!

marlene rocha disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk pakilandia

Anônimo disse...

Será que não pode existir somente amizade entre um paquistanês e uma brasileira? Porque converso com um que sempre foi muito gentil, mas muito respeitoso.

Andreza Gomes disse...

Oi Thalita, tudo bem? Menina, vc acredita que hj acordei pensando em falar sobre esse assunto? Pq ta demais ne? Vou me basear em alguns pontos do teu texto, ok? Cito seu blog como inspiracao ;)
Faz um novo blog sim e pra ontem. Gosto mto do jeito que vc escreve. bjiimm

www.colorindoavidaa.com
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