sábado, 29 de junho de 2013

Homesick , welcome to Canada!

Tenho 22 anos e morei em três cidades do interior de São Paulo, morei no Rio de Janeiro, na Holanda em Amsterdam, mudei 10 vezes de casa e agora estou aqui sem reação.

Cheguei hoje em Toronto e to sem graça. Eu só consigo pensar na Mel, no meu quarto e na minha casa. E esse nó na garganta que não vai embora nunca. Por quê?

Tenho a impressão de que troquei a minha casa, o meu conforto, a minha Mel, os meus pais, o meu ar-condicionado, para dormir de ventilador em uma noite abafada aqui em Toronto  (Pois sim, a noite está abafado. Aqui é verão e faz calor SIM SENHOR!). Os lençois da cama tem "cheiro da casa dos outros" e é de casal. Logo, os lençois que eu trouxe da minha casa não servem =(  

Posso estar equivocada, mas não sei se vou aguentar ficar 6 meses aqui não. E quando digo "aqui", não estou falando da casa e sim do país.

A casa é linda e grande. A "família" aqui é uma mãe chinesa de 45 anos, sua filha Lyah de 18 e uma poddle. Há outras intercambistas também, (cada um com o seu quarto), por enquanto só conheci uma, que também é chinesa.

Estou em um bairro bonito, agradável e todo arborizado com as famosas árvores "da folhinha do Canadá" com pencas de esquilos pulando para lá e para cá. Mas... sinto desejo de voltar =(

Enfim.. não vai adiantar eu ficar por aqui. Hoje não vai sair nada de positivo daqui.
Preciso dormir e descansar urgente...

Primeira ligação da viagem (skype)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dear non-brazilian friend

This video is to foreigner visitors.

This is what is happening in Brazil,

Please take it seriously! 


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Uma Burca Por Amor


Encontrei o filme no youtube em espanhol e assisti mesmo assim. Pode ser que ouvir Manu Chao todos os dias tenha me ajudado a entender muito bem o filme. Mas dá pra entender sim! O livro eu ainda não li, estou lendo outro no momento, mas me bateu a curiosidade.

"Uma Burca Por Amor" conta a história real de Maria, uma espanhola que mora em Londres e conhece um Afegão por quem se apaixona. Vivem uma história de amor, se casam e em pouco tempo ela engravida. Um dia, porém, o Afegão recebe um telefonema de que seu pai está muito doente. Preocupado, decide viajar imediatamente para o Afeganistão e pede para que ela fique em Londres.

Maria, por sua vez, resolve ir junto, sem imaginar o barril de pólvora que a espera, visto que o país estava em guerra e ambos tiveram seus passaportes apreendidos. Deste modo, não conseguiram sair do país e voltar a Londres como haviam planejado. Desconhecendo totalmente as leis do regime talibã,  Maria passou por situações que nunca imaginou que teria de suportar. Além disso, teve de aturar o ranço da mãe (e da família) olhando dos pés até a cabeça, o choque cultural e o martírio de dar a luz ao seu filho em uma casa sem as mínimas condições de higiene e sem nenhum médico por perto.

Bem, pelo menos é mil vezes melhor que aquele filme, Ae Fond a Kiss...

Parte 1:


Parte 2:


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Preguiça

Embora eu havia me esquecido, hoje é o dia dos namorados né?

 "Solteiros, cada um tem a sua hora, não se preocupem por estar mais um ano sozinho". (oi?)

"-Tem namorado? 'não' 
- Ahhh, mas uma hora você vai encontrar uma pessoa especial". (?)

"Solteiro no facebook: Dia dos namorados? Depressão" (???)

Ah vá! Para de se iludir e vai ajudar a mãe a lavar louça! A coisa mais irritante nas pessoas é o costume de só considerar-se feliz quando  esta vivendo um romance, aquela idéia medíocre de que só é possível uma realização pessoal através de um relacionamento amoroso fixo e estável. Peloamor, né? 

Olha.. eu não estou criticando os casais felizes, e sim as pessoas que depositam a própria felicidade em outrém, o que para mim, é uma pessoa no mínimo sem perspectiva de vida. 

Ah! e mulheres que precisam excessivamente de uma atenção masculina, devem sofrer de carência paterna, porque não é possível...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Ah, o namoro virtual....

Cá estava eu pensando: Como tem gente que procura sarna pra se coçar, né? Essa história de relacionamento virtual é meio que uma merda. Pra não dizer que eu to fazendo a "faça o que eu digo e não faça o que eu faço", quero esclarecer que comigo foi algo inesperado, e tipos, eu tinha 15 anos, (hoje eu tenho 22) e continuo com o mesmo paquistanês pela internet. Mas se não der certo, eu não vou sair caçando, sabe? eu jamais teria outro affair-paquistanês-virtual, eu não procurei por isso, até porque não acho "amor a distância" uma coisa legal.

Aliás, é até perigoso, arriscado. Uma situação para armar-se até os dentes, vai que é um cara que gosta de dar nó em pingo d'água. Não dá pra saber. E digo isso porque há muita Maria-Incenso e Maria-Paquistão por aí que parecem forçar a barra. Mulherada que lota as redes sociais de paquistaneses/indianos. Isso eu nunca vou entender.

Há quem diga que isso virou modismo (o que eu acho um absurdo), porque convenhamos, é bem mais saudável conhecer alguém pessoalmente, seja ele paquistanês ou não, do que ficar idealizando alguém atrás das telinhas, me dá até vergoinha isso. Mas enfim, o amor é lindo e se acontecer, agora é dançar conforme a música.

 

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