terça-feira, 31 de julho de 2012

O sucesso de why this kolaveri kolaveri kolaveri di!

"Why This Kolaveri Di" foi anunciado pela CNN como o video musical mais popular de 2011 e, nossa! nunca vi tanta gente bonita reunida em um só video clip :)



A música ganhou fama quando a gravação em estúdio foi parar na internet e rendeu muitas visualizações. De repente todo mundo resolveu fazer uma versão própria para ela.

Ram é o personagem que Aishwarya Dhanush interpreta no filme "3", em que sua desilusão amorosa acaba lhe trazendo problemas psicológicos. "Why this Kolaveri Di" é a música da cena em que Ram sofre por ter sido rejeitado pela namorada.

Viciei nessa música quando o paquistanês me mostrou. Ainda vou aprender essa coreografia e dançar dessa forma em homenagem as lindas decepções amorosas (hehehe)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

TDAH e os caminhos para qual ele pode me levar...

É evidente que a maioria das garotas que se enrolaram com esses príncipes árabes, paquistaneses, indianos, Khans, Mohammads, Ali Babas, Abduls, Alladins e afins, muitas vezes tiveram grandes decepções com os tranqueirões ocidentais. É até compreensível ver que muitas dessas garotas jamais voltaram atrás para a diversão dos brasileiros.

Pois acordo logo após um infeliz sonho que me fez sentir aquela triste e doce nostalgia. É o meu momento Spending My Time - Roxette. Levanto da cama, olho para aquele mesmo pôster da Palestina, que ganhei de presente e ainda está no meu mural. Acho que já é hora de tirá-lo de lá (ou não). Abro a janela do meu quarto, os raios de sol entram e o céu esta do jeito que eu gosto. Sem nuvens, tão bonito e azul.

Então me dei conta que as doces lembranças já estão nos álbuns amarelados da minha memória. Não consigo mais me lembrar perfeitamente do sorriso daquele que um dia ocupou o lugar mais bonito do meu coração. Na verdade não faz mais sentido eu me lembrar (só que eu lembro). De vez em quando eu consigo desenhá-lo perfeitamente em meus sonhos, mas pela manhã ele se vai, assim como aconteceu hoje.

No espelho do banheiro, olho por alguns segundos, com um sorriso sutil, me orgulho por não acordar descabelada e ser liso natural (sorry). Odeio acordar como se nada fizesse sentido. Onde está a Ritalina? Desço a escada com o meu penhoar preto, como uma princesa melancólica até o momento em que levo um tombo e bato minha bunda com tudo no degrau da escada. Raspo o meu cotovelo: ai, pohaa!

Relacionamentos fracassados sempre dão nisso. Sabe como é, amores brasileiros passados em que levamos no toba (hehehe). Literalmente, pois,
como se não bastasse os hadoukens dados em meu coração agora quem senta-se como quem sofre de hemorróidas, sou eu.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

O patinho feio

Como eu já havia dito antes, eu pratico dança do ventre à quatro anos. A cada ano o Estúdio de Dança Alini Jndia promove um grande Espetáculo de Dança do Ventre. E como sempre, eu e o meu lindo DDA apanhamos para decorar a coreografia. O ano passado, por exemplo, o meu drama foi a finalização com a espada. Eu não conseguia de forma alguma dar aquela giradinha com a espada na mão. No final deu tudo certo, ahandulillah! (aposto que as muslimah da vida viram me gongar por eu apresentar em público)

Esse ano estou sofrendo com o passo chamado "patinho", (pois é...). Os nomes dados para os passos na dança do ventre aqui no Brasil, costumam ser bem diversificados; Tem o redondinho, o redondão, o oito, o patinho, entre outros...

O pior é que procurei no youtube e não achei esse passo em lugar nenhum, então vou tentar explicar mais ou menos em palavras. No caso, na coreografia, eu tenho que me deslocar, ou seja andar com esses passinhos:


No momento que eu dou um passo para frente com a perna direita alongada, imediatamente o papel da perna esquerda é dar uma empinadinha no bumbum. É! Ou seja, a perna que dá o passo é alongada e a outra perna não fica alongada pois serve para dar uma empinada no bumbum. E o deslocamento acontece dessa forma, ando para o lado, ao mesmo tempo empinando o bumbum para atrás.

Minha professora me passou como dever de casa, treinar o patinho. Foi o que eu fiz. Porém, quando coloco a música para encaixar o passo na coreografia, eu fico com vergonha porque fica parecido com aquele passinho:

Pule para o minuto 1:07:





quarta-feira, 11 de julho de 2012

uma trilogia entre Amazonas e India: "Entre nós dois..."

Izis Negreiros nasceu no Amazonas, é escritora, fotógrafa, roteirista e produtora de filmes com vários prêmios de roteiro no Brasil. A obra “ENTRE NÓS DOIS...” é seu primeiro romance ficcional e faz parte de uma trilogia entre Amazonas e Índia. O livro traz consigo vários encontros com a cultura indiana, sua filosofia de vida e sensibilidade humana.

Top hein? Eu ainda não li, mas confesso que estou louca para ler. Achei interessantíssimo! Conheci através de uma amiga que mora em Islamabad, no Paquistão, a Patrícia que é amiga da Izis Negreiros, a autora do livro.

Vi também no blog "Sempre Artigos" que o melhor desta narrativa é o despertar de valores esquecidos em nossa sociedade que esquece do humano e finca raízes na busca do materialismo.


Ah, eu quero esse livro já!!

Sinopse: Do retorno a India, as transformações - pedaços - do amor que transcedeu a alma e suportou a desesperança da espera de uma distância, passando pelos mistérios dolorosos das emoções profundas daqueles que amam ou deixam de amar, recordados em Chhatrapati Shivaji, na cidade de Mumbai.
Num singelo e delicado esforço de conectar Nina neste mundo de fantasia, de realidade e de afetividade ao apresentá-la a sua - ponte do destino - Vania Gupta arremete-lhe rumo ao passado, rumo as suas origens.


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

A Cidade do Sol

Organizando minhas tranqueiras achei "A Cidade do Sol" no meio de uma pilha de livros. Me pergunto como nunca havia comentado sobre este livro por aqui antes? O autor é o mesmo do "Caçador de Pipas", (Khaled Hosseini), e eu praticamente comi esse livro na época em que peguei para ler.

Um dos melhores livros que já li.

Sempre achei essa história mais envolvente que O Caçador de Pipas e pooo... Merecia um filme também! Sensacional. O Khaled Hosseini descreve tudo nos mínimos detalhes e em poucos segundos você já está lá no Afeganistão. Sim, neste livro a história também se passa no Afeganistão, porém através da história de Mariam e Laila, as personagens principais.


Todas as pessoas para quem indiquei o livro também confirmam que é uma história surpreendente. E um tanto emocionante viu, me levou as lágrimas várias vezes.

Recomendadíssimo! Se quiser emprestado, me liga! Beijos.

Sinopse - A Cidade do Sol

Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rasheed, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seu destino. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz - 'Você pode ser tudo o que quiser'. Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Confrontadas pela História, o que parecia impossível acontece - Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a História continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do 'todo humano', somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

2 de julho: Mabruk!

Feliz aniversário para mim!

Hoje é o meu dia! Sou agradecida por mais um ano de vida e estou feliz que hoje é meu aniversário. Não existe ninguém que me ame mais do que a mim mesma e isso é tudo! :)

Muitas pessoas, não sei porquê, tem aquela mania cafona de ficar deprimido no dia do aniversário. Ou então de fazer aquele dramalhão escroto da síndrome de "Olhe pra mim, por favor!", esperando MUITO dos outros.

Por exemplo quando alguém que você gostaria que ligasse no dia do seu aniversário, não liga. Nah, eu sempre esqueci o aniversário de todo mundo, se o aniversário for levado como o Dia Internacional das Expectativas, acredite, sempre será uma bosta. Pô! o aniversário é meu e não há ninguém mais feliz do que eu mesma por estar completando mais um ano de vida.

Penso que a melhor atitude nessa situação - já que faz tanta questão que determinada pessoa ligue - Pegue o telefone e ligue você mesmo para lembrar! "Oi, hoje é meu aniversário! É uma data muito especial para mim e adoraria compartilhar este momento com você através desta ligação"

kkkkk





 

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