quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Príncipe (Especial) do Pop

Não é só Paquistão, Índia, Afeganistão ou Dubai... eu gosto também é da Turquia!

Para quem não tem idéia de alguma canção, eu vou ser obrigada a citar o ridiculous Latino, que interpreta junto com a cantora pop/funk Perla, a música "Selinho na Boca", sabe? "Selinho na boca, la la la la", pois então, Selinho na Boca é uma regravação patética do sucesso "Simarik" do Tarkan, lançada em 1999.


Eu digo que o Tarkan é especial por conta de uma série de coisas não só que ele realiza como também que fazem parte de sua história. Aqui vocês poderam conferir que ele é de fato um autêntico special guy!

Desde os anos 90, com duas décadas de fama, o Tarkan é a maior estrela da última década na Turquia (cantor mais famoso da Turquia). Suas músicas se tornaram referência para a nova musica pop turca e com o grande sucesso internacionalmente, tem sido apelidado de "Príncipe do Pop" pelos meios de comunicação da Europa. Estive na Holanda em Amsterdam e tive a oportunidade de conhecer a vida noturna de lá; Jovens, adultos, homens e mulheres, dançavam juntos quando o DJ soltava Tarkan, e eu :"Ué, mas eles também gostam?" - Pois é, quando fui embora, alguns dias depois, o Tarkan foi fazer um show maravilhoso em Amsterdam que fazia parte de sua turnê 2011 na Europa. Morri de depressão né, a propósito, estou fazendo este post porque sou fã. Fã mesmo!

Enfim, esse moço bonito abriu no mercado Turco um tipo de música que não era tocada na Turquia. Suas canções fazem uma mescla de estilos do oriente e ocidente. É uma delícia para as dançarinas, assim como eu, de Dança do Ventre!!! Ele lançou vários álbuns durante a sua carreira, com um número estimado de 29 milhões de álbuns e singles vendidos. São vendidos regularmente milhões e milhões de cópias!

Tarkan nasceu em Alzey, na Alemanha, seus pais fizeram parte da geração de imigrantes turcos que entraram na Alemanha Ocidental durante o boom econômico do país. A família de seu pai tem em seus antepassados militares heróis de guerra que lutaram nos exércitos otomanos na Guerra Russo-Turca; Enquanto a família de sua mãe vem de uma longa linhagem de cantores folclóricos talentosos do Turcomenistão. Sim, este menino especial cheio de histórias para contar, também estudou música clássica turca em 1986, quando seu pai decidiu voltar com a família para a sua terra natal na Turquia em Karamüsel; Mas não podemos negar que o dom está em seu sangue.

 

 

Guerreiro da Natureza

Tarkan não é apenas um rostinho bonito e muito menos só mais um corpo sarado que rebola em cima dos palcos usando sua imagem para ditar modas por aí. Não, o Tarkan também não diz coisas obscenas em suas letras.


Minha tamanha admiração por essa pessoa dona de um coração iluminado é resultado do seu lindo trabalho que ele tem realizado a tempos; Ao longo dos anos o naturalista se engajou na preservação do meio ambiente e defesa dos animais. Lançou o belíssimo single Uyan (Desperte) a música que alerta todos nós a cuidar melhor do nosso planeta.
A partir dai Tarkan virou o símbolo de projetos sociais de proteção ao meio ambiente e dos direitos aos animais, e é sempre convidado por instituições ligadas assunto para fazer campanhas publicitárias, alguns exemplos são as instituições DOGA e PETA - (Associação que defende o direito dos animais no mundo todo)

Ele também foi convidado para fazer uma narração para a National Geographic falando sobre as grandes imigrações e emprestou a voz para a narração do documentario Büyük Göçler (As Grandes Migrações). Também desenvolvou alguns video clips e progetos relacionados ao assunto e utilizou uma de suas grandes paixões que é fotografar, divulgando lindas imagens no Quênia (África) em meio ao reino animal.


Tarkan também luta em defesa das crianças, este ano ele doou para um fundo de caridade em defesa da Infância sua jaqueta de couro avaliada em 7.000 euros. Essa foi a maior doação até agora. A fundação ajuda crianças que passam por situações criticas como terremotos e guerras. As doações vem sendo divididas entre Japão e Haiti. Entre os famosos que contribuem estão Bill Clinton, Shakira, Bono Vox, Tina Turner entre outros. A jaqueta foi usada pelo Tarkan em 2010 no festival que a Turquia comemorou a escolha de Istambul como Capital Cultural Européia 2010.


Recentemente ele fez uma belíssima canção como pedido de socorro para o lago Burdur, situado no sudoeste da Turquia. O rio Burdur está desaparecendo, um terço do nível da água secou nos últimos 35 anos, caindo aproximadamente 4 metros e 30 centímetros, o que representa uma ameaça à vida humana com o desaparecimento de muitos seres vivos. A música se chama Benim Sadik Yarim Kara Topraktir (Meu amado fiél a mãe terra). Vale a pena conferir, clicando aqui!

E finalizo esse post com o clip de uma música que eu amo muito; A letra é extremamente bela:

Tarkan - Verma





www.tarkan.com

www.tarkanbrasil.com.br


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A eterna entediante busca da metade (não ácida) da laranja

O hábito da procura excessiva de relação amorosa é algo que realmente me irrita. A maioria das pessoas ao sair de casa está condicionada sempre a desejar um companheiro para formarem um casal com a simples ilusão de que isso é o sentido da vida. Não é que eu esteja desmerecendo aqueles que sonham em casar-se com alguém, ter filhos, formar uma família, etc. Mas quero dizer que a vida não gira em torno de namoricos e eu venho notado que a maioria das garotas só considera-se "felizes" quando estão vivendo um romance, pois precisam de alguém que as complete. E dessa forma vivem as suas vidas com os mesmos dilemas ou desilusões. Logo aqueles assuntos CHATOS nas rodinhas de faculdade, escola, bares, trabalho, ainda predominam: relacionamento, romance, namoro, rolos! - Eu realmente me sinto entediada e as pessoas estão se tornando cada vez mais desinteressantes para mim.

As pessoas inconscietemente formaram a idéia de que só é possível uma realização pessoal através de um relacionamento amoroso fixo e estável. Vejo constantemente homens e mulheres à procura de alguém de forma às vezes até desesperada e com isso acabam fazendo suas próprias vidas em favor dos outros.

Orientais e Ocidentais

E mais uma vez eu acho que o Ocidente tem muito que aprender com o Oriente. Enquanto no Ocidente a única maneira de ser feliz é encontrar uma pessoa e começar um relacionamento, no Oriente as pessoas estão mais voltadas para dentro de si próprios, buscando encontrar sozinhas a sensação de plenitude. Parece clichê, e é, mas o autoconhecimento é a coisa mais sábia a se fazer para ter uma vida mais interessante e feliz. Por isso existem tantas técnicas orientais das quais favorecem o autoconhecimento e a autoaceitação, como a ioga por exemplo. E não precisa ser necessariamente ioga e práticas orientais, cabe a cada um encontrar dentro de si mesmo as suas paixões. Sigo aquela filosofia em dar mais atenção para o desenvolvimento interno, descobrindo dentro de si próprio que há prazer também em estar só, dessa forma, dessa forma diminuindo a desesperada busca por um amor, que as vezes nunca acontece.



"Você se engana se acha que a alegria de viver está principalmente na relação que você tem com as pessoas; Está em tudo, em todo o resto..."
(Chris McCandless
)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Como Acabar com a Guerra?

"A guerra nunca vai acabar enquanto os governos e as organizações colocarem o avanço de seus impérios e a maximização de seus lucros a qualquer custo e a frente do bem-estar comum."



Esse é um vídeo que fiz, em que o título é seguinte interrogação: Como Acabar com a Guerra? (a partir do meu ponto de vista)

No video eu mostro um dos motivos que alimentam os conflitos em que milhares de pessoas, inocentes e vítimas são ceifadas desse mundo. Apresento como existem pessoas e corporações que ganham e lucram com as guerras existentes e as que podem eclodir, o vídeo é executado a partir da ótica de que a ganância pelo poder e dinheiro são fatores muito importantes que pesam no momento de decisão de atacar ou não outra nação.

Em um primeiro momento o expectador relembra a quantidade de países que participaram, da Primeira e Segunda Guerra Mundial, tanto como o número de mortos e custos de cada conflito. Logo em seguida é apresentado umas três gerações da mesma família que morrem em guerras: o bisavô, na primeira; o avô na segunda e o pai na guerra do Vietnã.

Com declarações de um corretor que conta como seus clientes de certa forma agradeceram o bombardeio em 1991 no Iraque e o atentado ao World Trade Center em 2001. O Diretor do Comitê Nacional do trabalho dos EUA, mostra como grandes empresas como por exemplo a Nike, ignoram o valor do ser humano e usa trabalho praticamente escravo para confecção de seus produtos.

O cineasta Michael Moore também conta a história de como a Coca Cola teve muitos lucros inventando o refrigerante Fanta Laranja para manter negócios com a Alemanha Nazista.

O desfecho se dá com a apresentação de informações sobre a invasão do Iraque, como por exemplo, a discussão, ainda em 2002, pelo governo russo, americano e britânico, de que forma explorariam o petróleo daquele país. O Iraque foi invadido somente em 2003.

Utilizei várias cenas importantes de documentários como Fahrenheit 9/11, The Corpotation, The Zeitgeist -- The Film, Nós que aqui estamos, por vós esperamos, o que vídeo nos convida a refletir mais e começarmos a perceber como nossas ações podem influenciar pessoas em todo o mundo.

A aclamação pelo consumo sustentável, ou seja, aquele que não desrespeita os seres humanos, os animais e não provoque danos ao meio ambiente; lembrando que o consumismo que o mundo pratica atualmente segue alimentando um sistema baseado somente no lucro.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A morte do homem mais procurado do mundo

Parece que foi ontem quando acordei naquela manhã de Setembro e me sentei em frente a TV esperando pelos desenhos animados que se transformaram em prédios desabando no céu ensolarado de Nova York.

Eram chuvas de cinzas, a revolt
a caindo dos céus e o símbolo do capitalismo norte-americano sendo humilhado. Eram quatro aviões seqüestrados e 19 terroristas dispostos a morrer para destruir o símbolo do poder dos Estados Unidos. Era ele. Osama Bin Laden e sua magistral operação, o mentor intelectual dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Hoje, com os meus 20 anos de idade, o líder da Al-Qaeda que comandou o maior ataque da história dos Estados Unidos, foi morto quase 10 anos depois do seu maior atentado
, no ano de 2011. Sempre temi por esse momento...

Com certeza o número 11 é um número manchado de sangue, é um número de perdas e vitórias para ambos os lados. É um número inesquecível..


Obama afirmou que após ter recebido informações de inteligência confiáveis sobre o lugar onde se encontrava o homem mais procurado do mundo, no Paquistão, logo em seguida na semana passada a ordem foi dada para atacar.

Neste domingo, as forças especiais norte-americanas decidiram conduzir uma operação, onde após uma troca de tiros, Osama Bin Laden foi morto no Paquistão, na cidade de Abbottabad, próximo á Islamabad (capital do Paquistão). Obama disse que o corpo do líder está nos EUA.. que ridículo...

Os norte-americanos se aglomeraram em frente a base terrorista Casa Branca, em Washington, um pouco antes do discurso de Obama onde confirmou a morte de Osama Bin Laden.

Essa foi a atitude mais fraca, ridícula e pobre de senso, que já vi até hoje, onde centenas de pessoas comemoram a morte de alguém com gritos de alegria e mensagem patrióticas. Eu não admito que a morte seja festejada em nenhuma circunstância, em nenhum lugar! só Deus, tem o poder de julgar, só Ele sabe de tudo e todos!

O que me preocupa é essa situação acabar desencadeando algo pior..
Há rumores que segundo Wikileaks, Osama Bin Laden prometeu que a Al Qaeda explodiria bomba nuclear se Bin Laden fosse pego.


Mas de uma coisa eu tenho certeza: Que Allah está no poder, e sob controle de todas as coisas, Ele é maior e mais poderoso que tudo isso!

Adeus Osama Bin Laden..

Allahu Akber!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Os Árabes do Deserto

BEDUÍNOS

Por aqui, na Holanda, está tudo bem. A cidade de Amsterdã é tudo muito belo, romântico, interessente, etc ... Mas a saudade do sol é algo enlouquecedor! Nada comparado ao sol, à sua alegria, aos pássaros, às cores!
Aqui é inverno e a maioria dos dias não tem cores. O céu é cinza, as roupas das pessoas basicamente se constituem de preto e cinza. Os pássaros são brancos, grandes e solitários.

A abstnência de sentir os raios amarelados deste sol Brasileiro penetrando em minha pele é tão grande que me faz pensar incontáveis vezes em um deserto ensolarado. Pois é.. E quem é que nunca se maravilhou com o fascinante pôr do sol vermelho alaranja do deserto?

A melhor parte de toda essa história toda Oriente Médio, particularmente, são esses misteriosos árabes que moram no deserto, denominados Beduínos. Quem nunca viu aquela típica foto de um deserto e os árabes andando em grupos com os camelos?


Pois estes são os Beduínos que habitam nos desertos do Oriente Médio e do norte da África. Eles representam apenas 10% dos habitantes do Oriente Médio, são nômades (que não possue habitaçao fixa) e vagueiam pelo o deserto. Vivem se deslocando de região para região para praticar o comércio e o pastoreio.

No Verão quando avistam algum oásis prometedor, eles então montam suas tendas feitas de pele de cabra e de camelo, durante a noite depois de recolhidos, eles acendem suas lamparinas.
Praticamente todos os beduínos seguem o Islã, criam ovelhas e cabras para sua fonte de alimento e o camelo é o seu meio de transporte. Eles se deslocam durante o inverno e observam o céu para se orientarem durante a viagem. Analisam também pegadas na areia e conseguem distinguir quando passou alguém, se era homem ou mulher
.Mulheres Beduínas

O casamento dos beduínos começam muito cedo e eles preferem escolher pessoas da mesma tribo para casar-se, para então preservar o seu povo. As mulheres fazem a grande parte do trabalho, como montar tendas, fazer a comida, cuidar das crianças, tratam dos anciões e confeccionam roupas. Os homens e os filhos mais velhos acompanham o rebanho e em casa descansam, conversam e bebem algo. As mulheres beduínas são muito reservadas e caso chegar qualquer tipo de visita na tenda, elas se escondem e é o dever do homem receber visita, principalmente de turistas. Dizem que as mulheres optam por roupas pretas pois estas são bem visíveis no deserto, de forma que os homens possam avista-las de longe e já saibam que há alguma mulher por perto.

O estilo de vida desse povo começou a entrar em decadência logo após a Primeira Guerra Mundial (1914-1981), por conta do controle dos governos dos países onde viviam que dificultou a perambulação no deserto como nomâdes, os deixando cada vez mais sedentários. Porém a adesão ao Islamismo e o forte caráter tribal das sociedades permanecem.

O nome Beduíno é derivado da palavra árabe al bedu que significa habitantes das terras abertas.
 

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