domingo, 27 de junho de 2010

Ashes and Snow



"Os animais nunca impuseram barreiras aos homens. Foram os humanos que inventaram essa distância; ela é artificial." Gregory Colbert, "Ashes and Snow"

O canadense Gregory Colbert é cinegrafista e fotógrafo.

   Gregory Colbert

Tornou-se conhecido como o criador de Ashes and Snow (Cinzas e Neve), o incrível projeto artístico que traz consigo uma coletânea de fotografias e filmes de animais e seres humanos em hamornia que até parecem mentira, mas são reais.
Ao longo de uma viagem de um ano, Gregory Colbert foi para locais como a Índia, Egito, Quênia, Etiópia, Tonga, Burma, Sri Lanka, Dominica, Namíbia e Antártica.
Com a profunda paciência e um permanente compromisso com a artística natureza expressiva dos animais ele conquistou extraordinárias interações entre humanos e animais.
"Quando dei início a Ashes and Snow em 1992, comecei por explorar o relacionamento entre os homens e os animais de dentro para fora. Na descoberta da linguagem partilhada e das sensibilidades poéticas de todos os animais, trabalho no sentido de restabelecer o solo comum que um dia existiu quando as pessoas viviam em harmonia com os animais." Gregory Colbert"Desde os Egípcios aos Maias, aos índios da América e aos Beduínos, todas as culturas criaram bestiários que lhes permitiram expressar a sua relação com a natureza. Ashes and Snow é um bestiário do 21º século repleto de espécies de todo o mundo. Da orquestra da natureza fazem parte, não só o Homo sapiens mas também os elefantes, as baleias os peixes-boi, as águias, as chitas, os orangotangos e muitos outros." Gregory Colbert"Até agora, esta situação não se tem verificado em relação à natureza e aos animais. É preciso que renegociemos o nosso contrato com a natureza. As grandes empresas gastam todos os anos bilhões de dólares em publicidade para anunciar os seus produtos, utilizando como protagonistas os animais e a natureza. A Animal Copyright Foundation fornece um sistema de reconhecimento imediato às companhias responsáveis para que estas possam comunicar que estão informadas e empenhadas em preservar as espécies e os habitats naturais do mundo." Gregory Colbert Uma parte das extraordinárias filmagens de Gregory Colbert:



terça-feira, 22 de junho de 2010

Mundos distântes


"Entre dois mundos"
Tudo que é "o diferente", "o outro", ou seja, o que não faz parte da nossa realidade mais imediata, tende a sofrer rejeição e imediatamente fazemos julgamentos precipitados e formamos conceitos preconceituosos, por falta de conhecimento: Ignorância dos fatos. Sempre foi dito contra a posição das mulheres muçulmanas por parte dos não-muçulmanos, consequentemente o Islamismo sempre foi alvo de ataques com falsas suposições.



Tratamos de tantas questões pôlemicas, que são diariamente colocadas em nossa frente, onde a mídia mal
nos dá tempo para pensar, pois com a rapidez que os fatos acontecem são muitas informações que não temos tempo para digerir um noticiário se quer. Na verdade, é esse o dever deles: Nos proibir de pensar e de ter a liberdade de formar a nossa própria opinião sobre determinadas coisas. Por azar, eles conseguem de forma que nem nos damos conta, nos alienando para sempre estarem sobre o controle do poder. Assim acontece com a relação a posição da mulher no Islam, não só a mulher, como o Islamismo ao todo, tão incompreendido.

Mas hoje quero levantar algumas questões, que geralmente são pôlemicas, sobre a mulher Ocidental e a mulher Oriental. Qual das duas são realmente manipuladas e oprimidas? ou melhor, qual das duas são realmente livres? O que oprime mais a mulher? A nudez que faz dela objeto de desejo ou o véu que vela completamente seu rosto e formas? As mulheres são mais livres e valorizadas no Islam ou no consumismo materialista da socidedade Ocidental?

A questão é que os não-muçulmanos transformam essas mulheres em personagens que nunca corresponderam a realidade, esteriotipando-as de forma ignorânte: "O Islam oprime e submete a mulher" ,"O Islam é terrorismo", "O Islam é fanatismo", "O Islam é atraso"


Antes de falar-mos como a mulher no Islam é vista, qual a sua função e seus direitos, vamos nos perguntar primeiro: "Como a mulher no ocidente é vista?" "Qual é a função da mulher ocidental? "Qual é o papel da mulher ocidental?" "Quais são os direitos da mulher ocidental?" "Quais foram as conquistas das mulheres ocidentais?"
Nada mais justo que comparar a posição da mulher muçulmana com a posição da mulher no Ocidente, especificamente no Brasil, onde os costumes e tradições são totalmente diferentes do Oriente.

No que a mulher muçulmana é diferente da mulher ocidental? Quais valores éticos, morais, sociais e religiosos regem essas duas mulheres? Que padrões comportamentais fazem essas duas mulheres tão diferentes?

O Islamismo libertou a mulher a ser digna de todos os direitos que havia sido roubado pelos homens. Direitos que só foram concedidos às mulheres ocidentais depois de muitos anos e muita luta, como por exemplo o direito a voto e herança.
Há 1.400 anos, o Islam afirmou que a mulher é obviamente um ser humano, que tem a alma da mesma natureza que a do homem e que homens e mulheres gozam dos mesmo direitos. Já no Ocidente, apesar das conquistas pelos movimentos feministas, elas não representam nem se quer a terça parte das conquistas que o Islam já havia garantido para a mulher. Todos nós sabemos que a mulher no Ocidente ainda é discriminada, ela é vítima de violência que começa em casa, a porcentagem de analfabetos está na população feminina, ela recebe um salário menor executando o mesmo trbalho que o homem e etc..

Na minha opinião, a mídia manipula a mulher ocidental, vendendo, explorando e usando o seu corpo. A moda dessa sociedade tende a expor cada vez mais o corpo da mulher e as convencem de que isto é liberdade.

O que oprimi mais a condição feminina, o comportamento Oriental ou o Ocidental?

domingo, 20 de junho de 2010

E por falar em choque de culturas...


Sou fascinada por essa história. Há alguns anos atrás, era de costume quase todo sábado a tarde ir a locadora sem compromisso. Foi nesses finais de semana que descobri "A Massai Branca", um exemplo de coragem e mulher. E foi daí também que tirei a idéia do nome do meu blog "A Paquistanesa Ocidental".

A Massai Branca é uma história real contada no livro autobiográfico de Corinne Hofmann. Uma mulher suíça, de classe média alta, que faz uma viagem para passar as férias com o seu noivo, Marco, no Quênia (África). Tudo transcorre normal, até o momento em que ela conhece um belo guerreiro negro, Samburu, chamado Lketinga, da cultura queniana denominada Massai. Imediatamente a lôra se apaixona loucamente. Lketinga então passa a ser uma grande obsessão na vida de Corinne a ponto dela abandonar o namorado e toda a sua vida na Suíça, e se embrenhar pelos mais subdesenvolvidos caminhos africanos em busca de seu "darling". O filme, como todo filme, romantiza tudo. Mas o livro, super indico! É uma história sensacional. Bem mais completo, detalhado e real, onde Hofmann sofreu várias dificuldades, incluindo as doenças, principalmente a malária, mas ambos são indescartaveis.
 

Trailer do filme A Massai Branca:


 

A atração pelo o oposto


Até onde pode chegar a determinação de uma pessoa disposta a abandonar todas as suas raízes por amor? Até que ponto são suportáveis os choques culturais vividos por uma européia branca de formação capitalista e um guerreiro Massai que abita praticamente no meio do mato?


A Massai Branca foi o primeiro livro de Corinne e se tornou um best-seller. Desde então, ela escreveu dois outros livros "De volta da África" e "Reencontro em Barsaloi", que foram também best-sellers, mas estes dois últimos eu nunca achei em português. Na verdade nem saiu em português.

Corinne e Lketinga (os reais)
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O instinto do homem Paquistanês



O número de mulheres perdidamente apaixonadas por Paquistaneses através da internet, tem aumentado bastante, conforme blogs que eu tenho visto. O medo da rejeição dos familiares do Paquistanês e do famoso "casamento arranjado" tem sido um drama vivido pela maior parte dessas garotas e mulheres. 

Os Paquistaneses levam a tradição muito a sério, e é natural que na maioria das vezes a família tenha resistência para aceitação de um casamento com uma estrangeira. 
Em minha humilde opnião, a melhor forma para evitar esses maiores transtornos é conhecer bem a cultura do seu darling, começando pela religião: O Islamismo.
O Islã concebe Deus (Allah) como o Absoluto. O apelo universal do Profeta Mohammad é que as pessoas se submetem à vontade absoluta de Deus. Para um muçulmano, a coisa mais importante é a sua religião. 

Deus está onipresente no Islamismo e não é tido como uma simples questão de crença pessoal, como a maioria das vezes ocorre no Ocidente.
O Islã é uma religião que deu muito respeito ás mulheres. Apenas falar de intimidade com um muçulmano sem a intenção de casar-se, significa apenas que ele está te usando de passatempo. Namorar por namorar é perder tempo, isso não existe para um muçulmano. Se você não tem certeza de que quer se casar, então precisa de pelo menos noivar, para que seu relacionamento seja levado a sério. 
Ter medo significa que você ainda não conhece bem a pessoa, você precisa saber onde está pisando para sentir-se segura. Por isso eu insisto que apenas o amor, não será o suficiente para evitar algo de errado. A cultura, a tradição, a religião e o país precisam ser muito bem estudados. O choque de culturas é muito comum nesses tipos de relacionamentos, fazendo com que muitas vezes grandes amores sejam arruinados, por falta de conhecimento.


O Homem Paquistanês

Eles gostam de regras e impõe regras, gostam de sinceridade e compreensão. A mulher tem de estar ciente do seu compromisso como mulher. Quando você se casa com um Paquistanês, ele torna-se muito conservador e um pouco mais rígido. Gostam de ser sempre superior. Essa "superioridade" aqui no Brasil é conceito de machismo, mas devemos sempre nos lembrar que isso é apenas um conceito ocidental. A família para eles é muito importante, as vezes eles não conseguem dividir atenção para os pais e a esposa, e ficam um pouco perdidos com isso, devemos ser compreensiva com esse vínculo enorme que eles têm com os pais. Lembrando que
no Islã é inadmissível desobedecer os pais. A opinião da família conta demais na vida de uma Paquistanês sendo que 90% de tudo que um pai diz para o seu filho é obedecido.
Os Paquistaneses são muito amorosos, extremamente carinhosos e o mais importante: são muito respeitosos com as mulheres. Eu tenho certeza que todas as mulheres que um dia se apaixonaram por um Paquistanês, teve a certeza de que encontrou o tão famoso príncipe encantado ou aquele raro homem dos sonhos. Pois, a partir do momento que um Paquistanês decidiu fazer de uma mulher a sua esposa, então eles irão fazer dessa mulher uma parte de sua vida e são capazes de fazer qualquer coisa para ela.
Mas tudo na vida tem um preço. Muitas coisas devem ser levadas em conta e saber ter o dom da compreensão, caso contrário, há muitas chances de aparecer grandes atritos, discussões ou até o rompimento do relacionamento.
 

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