terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mulheres de Cabul

Eu gostei muito da forma realista que o livro retrata a vida das mulheres Afegãs durante o Regime Talibã, que se estendeu de setembro 1996 a outubro de 2001, onde as mulheres do Afeganistão foram submetidas a leis opressoras, como não poder trabalhar fora de casa e nem freqüentar escolas.

Era proibido rir em público, ouvir música e fotografias eram consideradas formas de idolatria. Harriet desembarca na Capital Cabul, com a missão de ouvir e fotografar (escondido) essas mulheres que há quinze meses enfrentavam esse terror.

O livro é uma reportagem viva, ampliando o universo Afegão com os mais emocionantes depoimentos de mulheres que enfrentaram essa dolorosa realidade.

Vale a pena conferir!

Corajosa, ela...  

domingo, 21 de novembro de 2010

Xiita e Sunita

No Islamismo há várias vertentes, mas a principal divisão no Islamismo se encontra entre os Xiitas e Sunitas. A divisão entre esses dois grupos começou logo após a morte do Profeta Mohammad no ano de 632 e eles disputam o título "califa", que significa a liderança máxima do mundo muçulmano.

Além da crença em Allah, os mesmos vestuário e culinária, os xiitas e sunitas, possuem numerosos elementos que os diferenciam, mas aqui irei citar o ponto crucial "da coisa". E apresentar qual é afinal o motivo da disputa entre esses dois grandes grupos.

O problema é que Xiitas e Sunitas se diferenciam com relação à descendência do Profeta Mohammad e ambos querem o título de califa. Os xiitas acreditam que Ali (o genro do profeta Mohammad, que casou com sua filha Fátima) é o verdadeiro sucessor do Profeta. Enquanto os sunitas defendem o califado de Abu Bakr um dos primeiros convertidos ao Islamismo e discípulo do Profeta Mohammad, este não tinha parentesco nenhum com o profeta, mas foi o único que o acompanhou na Hagéria (fulga para Medina - depois de Meca, é a segunda cidade mais sagrada para um muçulmano).

Os sunitas são o maior grupo do Islã e que representam aproximadamente 90% dos fiéis no mundo muçulmano e a palavra "suna" vem das palavras e ações do Profeta Mohammad.

Os xiitas são considerados os mais extremistas. A maior parte dos xiitas estão no Irã, que tem um governo e certa de 90% dos muçulmanos se denominam como tais. E encontra-se também uma pequena quantidade significativa de xiitas no Iraque, Iémen, Líbano, Síria, Paquistão, Afeganistão, Índia e Arábia Saudita.

A palavra "xiita" significa "partitários de Ali".

domingo, 3 de outubro de 2010

Ajudem os irmãos do Paquistão


Olha só! o líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, que muito me comoveu quando falou sobre ajuda humanitária e mudanças climáticas, em sua última mensagem que foi divulgada nessa sexta-feira (1), na internet em um site Islâmico.

Osama Bin Laden pediu para todos os muçulmanos do mundo que ajudem as vítimas das inundações do Paquistão.


Bin Laden diz que há milhões de crianças que estão sem abrigo e sem os principais produtos para viver, incluindo água potável e que a enorme mudança climática está causando grande catástrofe no mundo muçulmano. O líder também ressalta a falta de solidariedade dos países árabes e muçulmanos, entre eles cita a Turquia, os países do Golfo e a Malásia.


"A resposta não esteve à altura da catástrofe", criticou Bin Laden, que também disse que nenhum dirigente árabe ou muçulmano foi até o Paquistão para constatar o tamanho da catástrofe, denominando-a de "a maior do século".


As regiões noroeste e sul do Paquistão foram afetadas por uma monstruosa inundação durante o mês de Agosto por conta de grandes chuvas.

Segundo a ONU à catástrofe paquistanesa foi uma das maiores crises humanitárias que o mundo já viu, que afetou mais de 20% do território Paquistanês, e 21 milhões de pessoas - mais de 12% da população - foram vítimas desse terrível desastre, ou seja, 10 milhões continuam sem teto.

O número de mortos chegaram a passar de mil!



Fontes:AFP - Google Notícias

terça-feira, 27 de julho de 2010

O entrelaçamento de duas almas e dois destinos

Em áraba Nikah, que significa conexão e duplicação.


Considerado uma das maiores e mais promissoras ocasiões entre todas as culturas do mundo, o casamento muçulmano é um acordo (contrato) legal, onde tanto o homem e a mulher, podem estabelecer as suas próprias condições. Diferente de outras religiões, não é considerado um sacramento. O casamento Islâmico, requer apenas registro do consentimento mútuo. A mulher, tem absoluto direito sobre as suas propriedades, adquiridas antes e depois do casamento. Os rituais são diferentes em cada país, mas em todos os países, a noiva nunca é forçada a se casar; os pais apenas sugerem um noivo que achem apropriado. Mas eu acredito, que, culturalmente a maioria delas aceitem as propostas dadas pelos os pais.

Enquanto uns são mais Islâmicos, outros seguem alguns costumes de sua região, agregando novas cerimônias ao casamento muçulmano e no processo matrimonial. Cada país muçulmano segue sua tradição cultural. As noivas são adornadas e embelezadas de diferentes formas para o casamento. Por exemplo na Índia, Paquistão e Bangladesh, as tradições como "Mehendi" (henna) são adotadas e tem um grande significado. A noiva é tatuada em suas mãos e pés. Em alguns países do Oriente Médio, como Marrocos, a noiva é decorada com henna e jóias.
 
Shaadi é o nome dado para um casamento no Paquistão.


Um casamento Paquistanês (shaadi) geralmente é comemorado durante 5 dias, onde é dividido em diversas cerimônias:



MAYOON


O primeiro dia é denominado Mayoon e constitui entre duas festas, onde um é comemorado na casa da noiva e o outro na casa do noivo. Geralmente, amigos e parentes próximos se reúnem. Eles cantam muito e dançam. Os noivos a partir do primeiro dia até o dia do matrimônio, não podem se ver e ambos e suas respectivas família vestem-se na cor amarelo. O Mayoon pode durar até tarde da noite.

MEHENDI

O segundo dia é a linda cerimônia chamada Mehendi, a cerimônia da tão bela e famosa "henna". Normalmente, ocorre um ou dois dias antes do casamento principal.


Há muita música e danças típicas. As mãos, os braços e os pés da noiva, são caprichosamente tatuados com henna.
Neste dia a família da noiva, presenteia o noivo com a vestimenta do casório e a família do noivo presenteia também sua futura nova com roupas.

Acredita-se que a mulher que obter uma cor mais escura de sua mehendi, terá muito amor e carinho do seu marido. O mehendi simboliza a transformação de uma moça virgem para então agora uma mulher "sedutora". O desenho também deve de conter o nome do marido escondido. Dizem que se o marido não achar o seu nome escrito, então ele será dominado pela mulher. Essa celebração dura a noite toda.
 

SHAADI 

O dia principal do casamento é o então denominado Shaadi onde é realizada a recepção da noiva. O evento acontece na casa da noiva onde são compostas por grandes tendas de casamento.

Os noivos são acompanhados pelo um emocionante ritmo de tambor. Assim que os noivos chegam, são recebidos com guirlandas enfeitadas de flores e petalas de rosas pela as famílias. O vestido da noiva é tradicionalmente de tom vermelho, com bordados da cor dourada e pedrarias. O véu é igualmente enfeitado, com jóias pesadas de ouro. O noivo veste-se como um verdadeiro príncipe! Um Sherwani, que é uma espécie de terno do formato de túnica, também lindamente bordada e um turbante.
O jantar é servido. Então ocorre o Rukhsat, quando finalmente o noivo está com a noiva e algumas passagens do Alcorão são recitadas por algum lider religioso, afim de abençoa-los.


NIKAH 

A Nikah é a cerimônia Islâmica do contrato do casamento. Ela acontece na Shaadi ou em um dia separado na casa da noiva, antes do evento Shaadi. É realizado através de uma união que formalmente indica a assinatura do contrato de casamento. A noiva e o noivo devem ter duas testemunhas presentes para garantir que o casamento é consensual.


WALIMAH 

Este é o último dia do casamento que é realizado pelo casal que é dar o seu primeiro jantar, como marido e mulher. A família do noivo convida todos os convidados a sua casa para uma festa no seu local ou em algum salão do casamento.

NOITE DE NÚPCIAS

Na noite de núpcias, faz parte das boas maneiras que o noivo coloque sua mão sobre a cabeça da noiva e peça a bênção de Deus, de acordo com uma tradição do Profeta: O noivo deve colocar sua mão na frente da cabeça da noiva e mencionar o nome de Deus, a Todo Poderoso, e pedir Sua boa vontade. Os noivos devem rezar assim que fiquem sozinhos, eles devem juntos fazer duas prostrações e pedir a Deus a compreensão do outro e solicitar proteção contra o mal no outro, após o que podem ter relações sexuais.


Enfim, felizes para sempre! :)

domingo, 27 de junho de 2010

Ashes and Snow



"Os animais nunca impuseram barreiras aos homens. Foram os humanos que inventaram essa distância; ela é artificial." Gregory Colbert, "Ashes and Snow"

O canadense Gregory Colbert é cinegrafista e fotógrafo.

   Gregory Colbert

Tornou-se conhecido como o criador de Ashes and Snow (Cinzas e Neve), o incrível projeto artístico que traz consigo uma coletânea de fotografias e filmes de animais e seres humanos em hamornia que até parecem mentira, mas são reais.
Ao longo de uma viagem de um ano, Gregory Colbert foi para locais como a Índia, Egito, Quênia, Etiópia, Tonga, Burma, Sri Lanka, Dominica, Namíbia e Antártica.
Com a profunda paciência e um permanente compromisso com a artística natureza expressiva dos animais ele conquistou extraordinárias interações entre humanos e animais.
"Quando dei início a Ashes and Snow em 1992, comecei por explorar o relacionamento entre os homens e os animais de dentro para fora. Na descoberta da linguagem partilhada e das sensibilidades poéticas de todos os animais, trabalho no sentido de restabelecer o solo comum que um dia existiu quando as pessoas viviam em harmonia com os animais." Gregory Colbert"Desde os Egípcios aos Maias, aos índios da América e aos Beduínos, todas as culturas criaram bestiários que lhes permitiram expressar a sua relação com a natureza. Ashes and Snow é um bestiário do 21º século repleto de espécies de todo o mundo. Da orquestra da natureza fazem parte, não só o Homo sapiens mas também os elefantes, as baleias os peixes-boi, as águias, as chitas, os orangotangos e muitos outros." Gregory Colbert"Até agora, esta situação não se tem verificado em relação à natureza e aos animais. É preciso que renegociemos o nosso contrato com a natureza. As grandes empresas gastam todos os anos bilhões de dólares em publicidade para anunciar os seus produtos, utilizando como protagonistas os animais e a natureza. A Animal Copyright Foundation fornece um sistema de reconhecimento imediato às companhias responsáveis para que estas possam comunicar que estão informadas e empenhadas em preservar as espécies e os habitats naturais do mundo." Gregory Colbert Uma parte das extraordinárias filmagens de Gregory Colbert:



terça-feira, 22 de junho de 2010

Mundos distântes


"Entre dois mundos"
Tudo que é "o diferente", "o outro", ou seja, o que não faz parte da nossa realidade mais imediata, tende a sofrer rejeição e imediatamente fazemos julgamentos precipitados e formamos conceitos preconceituosos, por falta de conhecimento: Ignorância dos fatos. Sempre foi dito contra a posição das mulheres muçulmanas por parte dos não-muçulmanos, consequentemente o Islamismo sempre foi alvo de ataques com falsas suposições.



Tratamos de tantas questões pôlemicas, que são diariamente colocadas em nossa frente, onde a mídia mal
nos dá tempo para pensar, pois com a rapidez que os fatos acontecem são muitas informações que não temos tempo para digerir um noticiário se quer. Na verdade, é esse o dever deles: Nos proibir de pensar e de ter a liberdade de formar a nossa própria opinião sobre determinadas coisas. Por azar, eles conseguem de forma que nem nos damos conta, nos alienando para sempre estarem sobre o controle do poder. Assim acontece com a relação a posição da mulher no Islam, não só a mulher, como o Islamismo ao todo, tão incompreendido.

Mas hoje quero levantar algumas questões, que geralmente são pôlemicas, sobre a mulher Ocidental e a mulher Oriental. Qual das duas são realmente manipuladas e oprimidas? ou melhor, qual das duas são realmente livres? O que oprime mais a mulher? A nudez que faz dela objeto de desejo ou o véu que vela completamente seu rosto e formas? As mulheres são mais livres e valorizadas no Islam ou no consumismo materialista da socidedade Ocidental?

A questão é que os não-muçulmanos transformam essas mulheres em personagens que nunca corresponderam a realidade, esteriotipando-as de forma ignorânte: "O Islam oprime e submete a mulher" ,"O Islam é terrorismo", "O Islam é fanatismo", "O Islam é atraso"


Antes de falar-mos como a mulher no Islam é vista, qual a sua função e seus direitos, vamos nos perguntar primeiro: "Como a mulher no ocidente é vista?" "Qual é a função da mulher ocidental? "Qual é o papel da mulher ocidental?" "Quais são os direitos da mulher ocidental?" "Quais foram as conquistas das mulheres ocidentais?"
Nada mais justo que comparar a posição da mulher muçulmana com a posição da mulher no Ocidente, especificamente no Brasil, onde os costumes e tradições são totalmente diferentes do Oriente.

No que a mulher muçulmana é diferente da mulher ocidental? Quais valores éticos, morais, sociais e religiosos regem essas duas mulheres? Que padrões comportamentais fazem essas duas mulheres tão diferentes?

O Islamismo libertou a mulher a ser digna de todos os direitos que havia sido roubado pelos homens. Direitos que só foram concedidos às mulheres ocidentais depois de muitos anos e muita luta, como por exemplo o direito a voto e herança.
Há 1.400 anos, o Islam afirmou que a mulher é obviamente um ser humano, que tem a alma da mesma natureza que a do homem e que homens e mulheres gozam dos mesmo direitos. Já no Ocidente, apesar das conquistas pelos movimentos feministas, elas não representam nem se quer a terça parte das conquistas que o Islam já havia garantido para a mulher. Todos nós sabemos que a mulher no Ocidente ainda é discriminada, ela é vítima de violência que começa em casa, a porcentagem de analfabetos está na população feminina, ela recebe um salário menor executando o mesmo trbalho que o homem e etc..

Na minha opinião, a mídia manipula a mulher ocidental, vendendo, explorando e usando o seu corpo. A moda dessa sociedade tende a expor cada vez mais o corpo da mulher e as convencem de que isto é liberdade.

O que oprimi mais a condição feminina, o comportamento Oriental ou o Ocidental?

domingo, 20 de junho de 2010

E por falar em choque de culturas...


Sou fascinada por essa história. Há alguns anos atrás, era de costume quase todo sábado a tarde ir a locadora sem compromisso. Foi nesses finais de semana que descobri "A Massai Branca", um exemplo de coragem e mulher. E foi daí também que tirei a idéia do nome do meu blog "A Paquistanesa Ocidental".

A Massai Branca é uma história real contada no livro autobiográfico de Corinne Hofmann. Uma mulher suíça, de classe média alta, que faz uma viagem para passar as férias com o seu noivo, Marco, no Quênia (África). Tudo transcorre normal, até o momento em que ela conhece um belo guerreiro negro, Samburu, chamado Lketinga, da cultura queniana denominada Massai. Imediatamente a lôra se apaixona loucamente. Lketinga então passa a ser uma grande obsessão na vida de Corinne a ponto dela abandonar o namorado e toda a sua vida na Suíça, e se embrenhar pelos mais subdesenvolvidos caminhos africanos em busca de seu "darling". O filme, como todo filme, romantiza tudo. Mas o livro, super indico! É uma história sensacional. Bem mais completo, detalhado e real, onde Hofmann sofreu várias dificuldades, incluindo as doenças, principalmente a malária, mas ambos são indescartaveis.
 

Trailer do filme A Massai Branca:


 

A atração pelo o oposto


Até onde pode chegar a determinação de uma pessoa disposta a abandonar todas as suas raízes por amor? Até que ponto são suportáveis os choques culturais vividos por uma européia branca de formação capitalista e um guerreiro Massai que abita praticamente no meio do mato?


A Massai Branca foi o primeiro livro de Corinne e se tornou um best-seller. Desde então, ela escreveu dois outros livros "De volta da África" e "Reencontro em Barsaloi", que foram também best-sellers, mas estes dois últimos eu nunca achei em português. Na verdade nem saiu em português.

Corinne e Lketinga (os reais)
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O instinto do homem Paquistanês



O número de mulheres perdidamente apaixonadas por Paquistaneses através da internet, tem aumentado bastante, conforme blogs que eu tenho visto. O medo da rejeição dos familiares do Paquistanês e do famoso "casamento arranjado" tem sido um drama vivido pela maior parte dessas garotas e mulheres. 

Os Paquistaneses levam a tradição muito a sério, e é natural que na maioria das vezes a família tenha resistência para aceitação de um casamento com uma estrangeira. 
Em minha humilde opnião, a melhor forma para evitar esses maiores transtornos é conhecer bem a cultura do seu darling, começando pela religião: O Islamismo.
O Islã concebe Deus (Allah) como o Absoluto. O apelo universal do Profeta Mohammad é que as pessoas se submetem à vontade absoluta de Deus. Para um muçulmano, a coisa mais importante é a sua religião. 

Deus está onipresente no Islamismo e não é tido como uma simples questão de crença pessoal, como a maioria das vezes ocorre no Ocidente.
O Islã é uma religião que deu muito respeito ás mulheres. Apenas falar de intimidade com um muçulmano sem a intenção de casar-se, significa apenas que ele está te usando de passatempo. Namorar por namorar é perder tempo, isso não existe para um muçulmano. Se você não tem certeza de que quer se casar, então precisa de pelo menos noivar, para que seu relacionamento seja levado a sério. 
Ter medo significa que você ainda não conhece bem a pessoa, você precisa saber onde está pisando para sentir-se segura. Por isso eu insisto que apenas o amor, não será o suficiente para evitar algo de errado. A cultura, a tradição, a religião e o país precisam ser muito bem estudados. O choque de culturas é muito comum nesses tipos de relacionamentos, fazendo com que muitas vezes grandes amores sejam arruinados, por falta de conhecimento.


O Homem Paquistanês

Eles gostam de regras e impõe regras, gostam de sinceridade e compreensão. A mulher tem de estar ciente do seu compromisso como mulher. Quando você se casa com um Paquistanês, ele torna-se muito conservador e um pouco mais rígido. Gostam de ser sempre superior. Essa "superioridade" aqui no Brasil é conceito de machismo, mas devemos sempre nos lembrar que isso é apenas um conceito ocidental. A família para eles é muito importante, as vezes eles não conseguem dividir atenção para os pais e a esposa, e ficam um pouco perdidos com isso, devemos ser compreensiva com esse vínculo enorme que eles têm com os pais. Lembrando que
no Islã é inadmissível desobedecer os pais. A opinião da família conta demais na vida de uma Paquistanês sendo que 90% de tudo que um pai diz para o seu filho é obedecido.
Os Paquistaneses são muito amorosos, extremamente carinhosos e o mais importante: são muito respeitosos com as mulheres. Eu tenho certeza que todas as mulheres que um dia se apaixonaram por um Paquistanês, teve a certeza de que encontrou o tão famoso príncipe encantado ou aquele raro homem dos sonhos. Pois, a partir do momento que um Paquistanês decidiu fazer de uma mulher a sua esposa, então eles irão fazer dessa mulher uma parte de sua vida e são capazes de fazer qualquer coisa para ela.
Mas tudo na vida tem um preço. Muitas coisas devem ser levadas em conta e saber ter o dom da compreensão, caso contrário, há muitas chances de aparecer grandes atritos, discussões ou até o rompimento do relacionamento.
 

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