quarta-feira, 13 de maio de 2015

Blog novo: A valsa dos tempos ruins.

Eu não irei deletar o Paquistanesa não, mas fiz outro.

Me seguem lá: http://madame-banquise.blogspot.com.br/





segunda-feira, 4 de maio de 2015

O paquistanês, O Paquistão e blá blá blá


Há um post que escrevi em 2010 intitulado como "O instinto do homem paquistanês", que na verdade não passa de uma grande babaquice de uma menina jovem que simplesmente quis expressar sua admiração por um rapaz do Paquistão, por quem achou que tivesse se apaixonado quando tinha apenas 15 anos. Gente, eu disse, QUINZE ANOS.

E daí que eu tenho recebido muitos comentários de mulheres casadas, com filhos, dizendo que estão perdidamente apaixonadas e deixando seus casamentos para se enfiar em um "relacionamento" online, com paquistaneses. Eu tenho visto mulheres brasileiras usando redes sociais com foto de niqab, hijab, burqa, e, sem mais - nem menos, sendo devota ao islamismo, por causa de paquistanês. 

Eu tenho visto mulheres acreditando que todo paquistanês é carinhoso, doce, santo, perfeito e mimimi. Eu tenho visto muita idiotice que eu desaprovo e por essas e outras estou aqui para pedir que todas vocês tomem tenência é uma boa dose de vergonha na cara.

Hoje eu estou noiva com um árabe, que conheci no Canadá. Moramos juntos, vamos a bares e restaurantes juntos, viajamos juntos, vivemos juntos! Eu conheço o cheiro do perfume dele, e temos uma vida real e saudável. E eu descobri que tudo aquilo que aconteceu na minha adolescência, não passava de uma fantasia exótica misturada com um pouco de curiosidade pelo desconhecido, (o que não deixa de ser natural...).

Mas se você realmente acha que vale a pena deixar seus filhos, seu marido, seus estudos, sua vida, sua religião e até mesmo a sua cultura, porque você simplesmente acredita (através do computador) que um marmanjo lá do Paquistão é puro e diferente dos outros homens do mundo, vai viajar. Vá até mesmo para Toronto no Canadá (ou para a Europa) onde você vai encontrar pencas de paquistaneses e indianos trabalhando em subempregos e xavecando mulheres com aquele sotaque cansativo do urdu/hindi, enquanto suas esposas, cuidam dos filhos em casa. 

Se sua vida ta uma bosta, monótona e sem graça, acredite, não é se relacionando com um cara de um país mais fodido que o Brasil e  sub-desenvolvido, que irá resolver seus problemas.  

E se mesmo assim, você ainda acha que vale a pena, não está mais aqui quem falou.  Literalmente não estarei mais aqui, aliás. Esse blog já era, beijos.

Fim

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Muita conversa para pouco café

O preço do Second Cup também é bacana e é café de verdade, (pelo menos tem gosto de café). Diferente do Tim Bosta que oferece um liqüido com gosto de nada cheirando a café. Tim Hortons é uma palhaçada grande com a minha face, por isso que é barato.

Sério, galerinha que vai estudar no Canadá, vamos parar com essas idolatrias sem razão. Mais senso crítico por favor. Principalmente nós brasileiros, o país do café e tal, a gente sabe o que é bom.
Não entendo esse pessoal que posta fotinha no Tim Hortons dizendo que ama e vai sentir saudades, se achando o cool.
Nunca vi cafézinho mais sem vergonha.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Documentário, Brasileiras que amam Paquistaneses


Documentário produzido por: Bárbara Souza, Caroline Oliveira, Mariana Guerra, Monisse Buchala, Nicoly Marinho, Rebecca De Carli e Tatiane Ribeiro. 
Edição: Luiz Felipe "Salgadinho", Luiz "Jiraya" e Rodrigo "Pudim".
Trilha sonora: Fábio Correia.
Orientação: Profª Eliane Basso.
Universidade Anhembi Morumbi - Jornalismo 4º semestre/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Como detectar uma brasileira em três etapas

Lá vai eu bancar a megera mais uma vez. Mas é infálivel:

• Cabelo extramamente alisado ou com listras de luzes brancas, (resultado do vício obsessivo das brasileiras em serem loiras + chapinha e alisamentos).

• Bolsa kipling

E o melhor de todos, rs:

• Calça jeans apertada com tênis esporte, de corrida, etc: Nike shocks e afins. 

(Grrrr.)

Mas quem sou eu pra julgar né? De qualquer forma, deixo aí uma reflexão: Por quê?

 POR QUÊ, Brasil?

domingo, 31 de agosto de 2014

Só para constar,

O meu é árabe, caso vocês não saibam.

Já faz alguns anos que o paquistanês ficou no Paquistão, porque né; Eu comecei com essa história de paquistanês quando eu tinha meus 15 ou 16 anos e levei até a faculdade. Mas a vida muda e a gente CRESCE.

Passei meus 20, 21 anos, ainda conversando com ele online, mas tudo foi se acabando naturalmente. Não, ele não foi um filho da puta que brincou com meus sentimentos atrás de um visto. Não, ele não me machucou ou mentiu pra mim, como todos esses dramalhões por aí. Até porque ele tinha seus 17 anos quando começou a conversar comigo. O negócio é que EU desencanei. Eu cresci, amadureci, deixei o computador e fui viver uma vida de verdadinha aqui em Toronto.

Por coincidência, (coincidência mesmo), porque Toronto é um lugar extremamente multicultural, comecei a namorar um árabe, um "Habibi" de verdade, from Saudi Arabia, com quem vivo já faz 2 anos e estamos noivos, (pois ééé). E assim né, a "coincidência" ficou só na religião mesmo, porque de árabe, paquistanês não tem nada e vice versa.

Não faço a Maria - Oriente Médio/ Ásia, ele era meu colega de classe na escola de inglês que estudei. Foi realmente algo que aconteceu naturalmente. Eu nem ia com a cara dele, achava muito metidinho a galã. Eu costumo não ir com a cara de homens bonitos (puro preconceito) e ele é muito bonito, sem querer ser pretensiosa.

E só para constar, estou com 24 anos.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O resgate de uma brasileira na Turquia

Aí negada, para quem namora online, fica uma reflexão.
E olha a merda que aconteceu..

http://youtu.be/h6xgaW4Gu5c

Deixei o link porque to postando pelo o Iphone e esse app do blogger não tem opção para video, um cocô.




 

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